Luanda-Bengo, e a sua comitiva (administrador, Amor Belo, DRH e os directores executivos, são acusados de “boicote” de uma assembleia para a declaração da greve, que estava prevista para as 14H00 do dia 09 de Julho de 2026. Em causa está os salários chorudos, e as benesses que tem distribuído a sua equipa de direcção, onde em causa estão novas residências, uma frota de viaturas topo de gama e cartões de compras.
Os trabalhadores da Zona Económica Especial Luanda-Bengo (ZEE), não querem ver nem de costas a actual gestão. Agastados com Manuel Pedro Francisco, presidente do conselho de administração, há três anos e sete meses a frente da instituição.
O epicentro do colapso, é apontado como a recente cedência de um espaço a empresários de sucesso, onde o objectivo primordial recai na construção de 700 residências, sendo os beneficiários até ao momento, os directores num total de treze.
Outro handicap, é a nova aquisição de viaturas topo de gama para os 35 chefes de departamento de marca Changam, modelo S35, para os directores coube a marca Suzuki Vitara, contrastando com as diferenças abismais, acrescido os cartões de compras que o PCA “minha” a sua direcção.
Segundo um denunciante ao Na Lente do Crime, “para ter uma ideia, o PCA aufere como salário base, Kz 8 milhões, com os subsídios chega Kz 14 milhões mês. Os administradores Kz 4 milhões e 850 mil, com os subsídios chegam a Kz 11 milhões e 700 mil, os técnicos estão na ordem dos Kz 350 mil, já os trabalhadores de limpeza Kz 200 mil e os motoristas Kz 150 mil”, disse.
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