Em poucas semanas, houve greves nos setores da educação, saúde e justiça em Angola.
Os professores queixam-se de falhas nos concursos de ingresso, enfermeiros no Bengo reclamaram da falta de pagamento de subsídios da Covid e os oficiais de justiça exigem a unificação da comparticipação de emolumentos e melhores condições de trabalho.
Alegadas falhas no diálogo e a falta de cumprimento dos acordos firmados entre as partes são apontados como os principais motivos para estas greves.
O sindicalista Hélder Armando lamenta: “Só se chega a greve quando há um processo de saturação, quando não há diálogo.
E tem havido muita ausência de diálogo.”
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