PORTUGAL:Caixotes a arder, capacetes azuis e “desmobilização completa” que nunca aconteceu: a madrugada de espera pela polícia na Praça D. João I
A primeira tentativa de aproximação, quando os relógios se aproximavam das 00h30 — e, como tal, do limite legal para a permanência dos manifestantes ali — partiu da PSP. Pediram para falar com Tiago Machado, advogado ligado ao movimento. Assim aconteceu, no topo da praça, zona onde os poucos agentes da polícia que estiveram presentes ficavam a vigiar.
Passada a mensagem de vontade de falar com os promotores do movimento, Tiago Machado foi procurar quem pudesse servir como tal. Desceu a escadaria junto ao Teatro Rivoli — espaço que chegou a ser evocado num discurso da assembleia, em memória da ocupação histórica de 2006 contra a intenção da autarquia de entregar a concessão do espaço a privados — e começou a deambular pela praça.
No centro do recinto, o advogado encontra Mariana e per...










