Sucessão 2027: Edeltrudes Costa, Apontado Como Potencial Candidato do MPLA, Enfrenta Denúncias de Associação Criminosa
Edeltrudes Costa acusado de liderar associação criminosa de malfeitores e com varios empresarios envolvidos em contratos milionários, actuação da PGR é questionada
Novas denúncias voltam a colocar sob escrutínio a actuação da Procuradoria-Geral da República (PGR), após a divulgação de alegações sobre um alegado esquema de favorecimento e desvio de fundos públicos envolvendo o empresários e altas figuras do Estado. o lider da máfia é apontado como Ministro de Estado e Director do Gabinete do Presidente da Republica, João Lourenço.
Edeltrudes Costa acusado de liderar associação criminosa de malfeitores e com varios empresarios envolvidos em contratos milionários, actuação da PGR é questionada
Edeltrudes Costa acusado de liderar associação criminosa de malfeitores e com varios empresarios envolvidos em contratos milionários, actuação da PGR é questionada
Segundo uma investigação divulgada , a PGR é acusada de não avançar com investigações sobre suspeitas relacionadas com contratos públicos milionários atribuídos à empresa Engevia – Construção Civil e Obras Públicas, Lda., durante o consulado do antigo Presidente José Eduardo dos Santos.
As reportagens apontam alegadas ligações entre , o ministro de Estado e director do Gabinete do Presidente da República, Edeltrudes Maurício Fernandes Gaspar Costa, o antigo director do Instituto Nacional de Estradas de Angola (INEA), Joaquim Sebastião, bem como outros empresários e gestores públicos.
De acordo com as denúncias, a empresa Engevia beneficiou de vários contratos públicos para reabilitação de estradas nas províncias do Bié e do Uíge, aprovados através do Despacho Presidencial n.º 60/14, cujos valores ultrapassam os 20 mil milhões de kwanzas.
As publicações referem ainda que documentos anteriormente divulgados pela Televisão Pública de Angola (TPA) apontariam para pagamentos em dólares norte-americanos relacionados com contratos da empresa CARMON, envolvendo nomes como Óscar Tito Cardoso Fernandes e Joaquim Sebastião. Contudo, não há informação pública que confirme decisões judiciais sobre essas alegações.
A investigação sustenta ainda que Óscar Tito possui participações em diversas empresas dos sectores da construção, engenharia, mineração e investimentos, incluindo a BDM Engenharia e Tecnologia, Engevia, Engeminas, Bertoli, Plascar, Mining Contract, entre outras.
Os autores da denúncia alegam igualmente que a proximidade entre Óscar Tito e Edeltrudes Costa explicaria a ausência de investigações por parte das autoridades, apontando ainda para alegados conflitos de interesses relacionados com projectos imobiliários e empresariais. Estas alegações não foram comprovadas por decisão judicial.
Foram solicitados esclarecimentos ao empresários empresarios cumplices e ao porta-voz da Procuradoria-Geral da República, Álvaro João. Até ao fecho da reportagem citada, não havia confirmação da abertura de qualquer inquérito ou investigação sobre os factos denunciados.
Até ao momento, a PGR não anunciou publicamente qualquer processo relacionado com as alegações descritas nas reportagens, e as pessoas visadas não foram condenadas pelos factos mencionados. As acusações permanecem, por isso, no âmbito das denúncias divulgadas pelos órgãos de comunicação social.
