Hoje, quinta-feira, 3 de Setembro de 2026, vivi um daqueles momentos que o futebol nos proporciona e que ficam guardados para sempre na memória.
Recebi no meu gabinete, em Luanda, um jovem adepto do Kabuscorp do Palanca que, há dias, surpreendeu o país ao invadir o campo não para criar confusão, não para provocar ninguém, mas movido por uma emoção que, para muitos, pode parecer difícil de explicar.
Ele queria apenas uma coisa: abraçar-me.
E não era um abraço qualquer.
Era o abraço de um jovem que decidiu tatuar no próprio peito o meu rosto, como demonstração da admiração que sente por mim e pelo Kabuscorp do Palanca.
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