Por Redação
O Ministério da Saúde de Angola volta a ser o centro de uma forte controvérsia e de duras críticas de opacidade no uso dos fundos públicos. Em causa está a adjudicação, por via de Ajuste Directo (Contratação Simplificada), de um contrato no valor de 18 milhões de kwanzas à empresa Equipovit Comércio e Serviços, destinada ao fornecimento e montagem de 28 equipamentos hospitalares para a rede pública de saúde.
A decisão da Central de Compras e Aprovisionamento de Medicamentos e Meios Médicos de Angola (CECOMA), organismo tutelado pelo Ministério da Saúde, acendeu os alarmes do meio empresarial e da sociedade civil devido às evidentes fragilidades e incongruências que rodeiam a empresa beneficiada.
Capital Irrisório e Inexistência de Histórico Técnico
De acordo com dados do Diário da República, a Equipovit Comércio e Serviços é uma sociedade por quotas unipessoal fundada recentemente, em Março de 2023, pertencente a um único sócio, o cidadão de nacionalidade indiana Hitesh Lalwani. A empresa foi constituída com um capital social mínimo de apenas 100 mil kwanzas.
Continue a ler
Esta notícia continua disponível para leitores registados do MAKAMAVULO. Entre na sua conta ou faça o cadastro gratuitamente para continuar a leitura.
Depois de entrar, regressará automaticamente a esta notícia.
