Lisboa — Maria Eugénia Neto, viúva do Primeiro Presidente de Angola, António Agostinho Neto, desmentiu categoricamente as especulações que circulavam sobre um alegado corte no apoio institucional prestado pelas autoridades angolanas, assegurando que as informações não correspondem à verdade.
O esclarecimento ocorreu durante uma visita realizada esta segunda-feira (7) à sua residência em Lisboa, num momento em que se assinalam os 47 anos da morte do Fundador da Nação. A conversa sobre a memória e o legado do Primeiro Presidente de Angola foi sistematicamente interrompida por constantes chamadas telefónicas de pessoas preocupadas com os rumores de que a antiga Primeira-Dama estaria desprovida de assistência e de bens de primeira necessidade.
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