PCA do Caminho de Ferro de Benguela engoliu mais de 4 milhões de dólares daquela instituição PGR e SIC com bico calados
O presidente do Conselho de Administração do Caminho-de-ferro de Benguela (CFB), em Angola, é suspeito de peculato em aplicações bancárias superiores a 4 mil milhões de kwanzas, cerca de 4 milhões e 800 mil dólares, e de 1 milhão e 300 mil dólares, valores que serviriam para a aquisição de meios rolantes, apurou a Voz da América (VOA) mediante consulta de documentos da Procuradoria-Geral da República (PGR).
Há dois anos na gestão daquela que é a referência do Corredor de Desenvolvimento do Lobito, agora com a presença de concessionários europeus, António Manuel Cabral está a ser investigado por indícios de benefícios pessoais em movimentações financeiras que conformam desvio orçamental.
As aplicações bancárias, efetuadas em diferentes bancos no período de Março de 2022, incluem igual...










