No primeiro semestre de 2026, várias províncias governadas por mulheres têm sido apontadas por moradores como áreas “sem crescimento” e com pouco impacto positivo na vida da população. Segundo relatos locais, as governadoras estariam a falhar na apresentação de planos concretos voltados ao bem-estar, o que tem alimentado críticas e aumentado o receio de mudança política já nas eleições de 2027.
Em províncias como o Bié, a situação tem gerado insatisfação crescente. A governadora Celeste Elavoco David Adolfo é acusada de desgovernar e de não promover evolução visível. Moradores afirmam que a província segue “de mal a pior”, sem sinais claros de desenvolvimento, o que reforça a percepção de abandono e gestão fraca.
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