A administradora executiva para o Capital Humano e Jurídico da TAAG – Linhas Aéreas de Angola, Neide do Rosário Pinto Teixeira, está a ser acusada de autorizar remunerações consideradas incompatíveis com a política salarial da companhia, alegadamente sem critérios técnicos ou de desempenho, beneficiando um grupo restrito de funcionários.
Segundo fontes do Imparcial Press, vários trabalhadores afectos à área sob responsabilidade da administradora passaram a auferir salários significativamente superiores aos praticados na empresa, numa decisão que não terá obedecido a critérios transparentes de avaliação ou enquadramento funcional.
Entre os beneficiários constam Zenildo dos Santos, com uma remuneração mensal de 3.175.514,30 kwanzas, Solange António (2.038.242,62 kwanzas), Edith Saparamo (2.698.077,11 kwanzas), Marcos Sousa (2.851.301,21 kwanzas) e Dário Caetano, que surge na lista com um salário de 9.268.551,75 kwanzas, um dos mais elevados entre os funcionários referidos.
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