Em contacto com o subcomissário Mateus Rodrigues, director interino de Comunicação Institucional e Imprensa da Polícia Nacional de Angola, afirmou que a corporação não tinha qualquer confirmação da detenção de Leonardo Inácio Marcos nem dos restantes cidadãos referidos. No entanto, Marcos acabou por ser apresentado esta segunda-feira pelas autoridades policiais ao Tribunal de Comarca de Luanda, perante a procuradora, onde, sem mais fundamentos, a magistrada mandou-o ir em paz e deixou cair os supostos crimes de calúnia e difamação pelos quais vinha indiciado.
Os três outros companheiros de Marcos já tinham sido soltos num dia depois do suposto rapto.
A detenção do activista angolano Leonardo Inácio Marcos, também conhecido por “Leu”, segundo relatos da família, ocorreu após vários contactos telefónicos considerados suspeitos. A esposa de Leonardo Marcos, Beatriz Pedro, afirmou que, desde terça-feira, um indivíduo identificado como Luís Antunes insistia em contactar o activista, mas Leu não atendia.
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