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Tchizé dos Santos destaca compromisso com a juventude angolana: «Desde 2015, financio o TEA CLUB do meu próprio bolso»

MAKAMAVULO NEWS | SOCIEDADE E JUVENTUDE

Projecto aposta na capacitação de cidadãos, no voluntariado e na partilha de conhecimentos, com o objectivo de criar oportunidades para os jovens angolanos. Tchizé dos Santos afirma que nunca recebeu financiamento do Estado para sustentar a iniciativa.

Por Redacção Makamavulo News | 13 de Outubro de 2026

Num país onde milhares de jovens enfrentam dificuldades de acesso à formação, ao primeiro emprego e às oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional, iniciativas de capacitação comunitária assumem particular importância para a construção de uma sociedade mais participativa e preparada para os desafios do futuro.

É neste contexto que Tchizé dos Santos apresenta o trabalho desenvolvido pelo TEA CLUB, um projecto que, segundo a própria, funciona desde 2015 com recurso ao voluntariado, à colaboração entre profissionais e ao financiamento pessoal.

Numa declaração sobre o funcionamento da iniciativa, Tchizé dos Santos explicou que o projecto tem procurado mobilizar pessoas disponíveis para transmitir conhecimentos e contribuir para a formação de outros cidadãos.

«O trabalho do TEA CLUB é feito com voluntários que capacitam outros cidadãos ou formadores pagos com trocas de serviços com publicidade nas minhas páginas das redes sociais. O pouco que se paga é muito pouco. Eu financio tudo do meu bolso desde 2015, quando iniciou o TEA CLUB. Nunca recebi fundos do Estado!»

A declaração evidencia a importância que a promotora atribui à responsabilidade individual e à participação comunitária na criação de oportunidades de aprendizagem.

Um projecto que valoriza o conhecimento e o espírito de solidariedade

Um dos aspectos mais relevantes do modelo descrito por Tchizé dos Santos é a participação de voluntários que disponibilizam o seu tempo e os seus conhecimentos para capacitar outras pessoas.

Num contexto em que a formação especializada pode representar um encargo financeiro significativo para muitas famílias angolanas, a mobilização de profissionais e formadores através de mecanismos de colaboração constitui uma alternativa que merece atenção.

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