27/ Setembro/ 2026
Na capital política do país, o MPLA enfrenta um problema que nenhum discurso de unidade consegue esconder: está a perder os quadros que sabem mobilizar. Nos últimos anos, dirigentes com experiência, trabalho feito e entrega ao Partido têm sido afastados, uns atrás dos outros, num processo que muitos militantes já descrevem como uma verdadeira caça às bruxas.
Os nomes falam por si. Nelson Funete, Nhanga de Assunção, Matos Mota e Hermingarda Fernandes foram retirados.
Com eles saíram muitos jovens da JMPLA com experiência de governação, precisamente a geração que devia estar a ser preparada para o futuro.
A história tem antecedentes. Nas últimas eleições, o Município de Luanda, então dirigido por Ermelindo Pereira como Primeiro Secretário, não obteve o resultado esperado.
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