Por Redação
As imagens que diariamente chegam da província da Lunda-Norte expõem uma das maiores contradições do mapa socioeconómico angolano: jovens submetidos ao trabalho duro e braçal nas minas artesanais de diamantes, mergulhados na lama e desprovidos de condições mínimas de segurança ou infraestrutura, enquanto do subsolo da sua terra natal são extraídas fortunas milionárias em pedras preciosas.
Em comunidades locais e círculos de debate sobre a região leste de Angola, crescem os protestos contra o contraste entre a abundância de recursos naturais e o subdesenvolvimento endémico que afeta as populações de etnia Cokwe e os habitantes das Lundas.
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