LUANDA — As recentes declarações do ministro da Energia e Águas de Angola, João Baptista Borges, revelando que cerca de metade da população angolana continua sem acesso à eletricidade, reanimaram fortes críticas da opinião pública e de setores da sociedade civil quanto à eficácia das políticas públicas para o setor.
Em entrevista concedida à Televisão Pública de Angola (TPA), o governante assegurou que o investimento público está prioritariamente direcionado para cobrir as necessidades de eletrificação do território e atender às populações desprovidas do serviço. Contudo, a permanência do problema ao longo de sucessivos mandatos tem gerado contestação sobre a aplicação dos recursos públicos e a falta de soluções concretas após décadas de gestão.
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