Segundo uma reclamação dirigida ao Inspector-Geral do Trabalho, que tivemos acesso, os trabalhadores juntam cópias dos contratos de trabalho, documentos de identificação pessoal, comprovativos de prestação de serviço, registos de salários anteriormente pagos e reclamações apresentadas à entidade empregadora, mas até ao momento sem qualquer resposta.
Os trabalhadores afirmam ainda que, apesar da falta prolongada de pagamento, continuam a comparecer aos seus postos e a assegurar o transporte e apoio aos doentes dentro da unidade hospitalar.
Na exposição, os maqueiros referem que a situação tem provocado dificuldades financeiras aos trabalhadores e respectivas famílias, considerando que o salário constitui a principal fonte de subsistência.
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