ENTREVISTA ESPECIAL: Chef Andeloy condena vandalismo, fala dos Lamba e declara preferência por João Lourenço
Luanda — O músico e figura ligada ao universo do kuduro Chef Andeloy abordou questões relacionadas com a juventude angolana, manifestações, vandalismo, militância partidária e o envolvimento de artistas na política durante uma entrevista concedida ao programa “Conversa com…”, da Pungo TV.Durante a conversa, Andeloy defendeu que é necessário estabelecer uma clara diferença entre o exercício do direito de manifestação e actos de destruição de bens públicos ou privados.“
A arruaça não leva a lado nenhum, porque é simplesmente acto de vandalismo”, afirmou.Segundo o entrevistado, manifestar-se através de cartazes ou denunciar aquilo que se considera errado é diferente de invadir estabelecimentos comerciais, provocar distúrbios ou destruir património.
Para Andeloy, quando esses limites são ultrapassados, a acção deixa de representar uma manifestação legítima.Lamba e a relação com o MPLAOutro dos principais assuntos da entrevista foi a histórica proximidade dos Lamba com o MPLA e com os seus dirigentes.
Questionado sobre o posicionamento político do grupo e sobre informações que associaram Bruno King a outra formação política,
Andeloy rejeitou essa interpretação.Na sua versão, a presença de Bruno King num encontro que reuniu vários kuduristas terá sido transformada numa questão política por alguns portais, apesar de outros artistas também terem participado.
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