Luanda — A reestruturação do consórcio responsável pela exploração de nióbio em Quilengues, província da Huíla, resultou na entrada de uma empresa gerida por um familiar do ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Pedro Azevedo, segundo documentação consultada pelo Club-K.
Fonte: Club-k.net
O projecto foi inicialmente desenvolvido através da Sociedade de Exploração de Quilengues (SEQUIL), constituída com 60% da estatal ENDIAMA e 40% da empresa BLUE Mining. A ENDIAMA terá entrado no projecto por orientação do então Presidente José Eduardo dos Santos, que considerava a empresa estatal com capacidade financeira e técnica para desenvolver a exploração.
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