Quando Esperança da Costa foi apresentada aos angolanos como Vice-Presidente da República, em 2022, havia toda uma expectativa.
Primeira mulher no cargo, académica, bióloga, currículo bonito, pose de quem vinha mexer nas estruturas e mostrar que vice também podia ser protagonista.
Quatro anos depois, a pergunta que não quer calar é: alguém viu o protagonismo por aí?Porque Esperança parece ter entrado naquele misterioso programa governamental chamado “Desaparecidos em Funções Públicas”.
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