As coligações PAI – Terra Ranka, API – Cabas Garandi e o movimento Firkidja di Pubis classificam o referendo, na Guiné Bissau, como um “fracasso total”. E interpretam a abstenção, que dizem ser superior a 90%, como uma rejeição ao regime militar. Num comunicado conjunto, agradeceram ao povo pela “resposta positiva ao apelo ao boicote”.
A presidente da Comissão Nacional de Eleições (CNE) da Guiné-Bissau, a juíza Carmem Lobo, anunciou hoje que o “sim” venceu o referendo de domingo sobre a entrada em vigor de uma nova Constituiçao, com 70% dos votos.
Numa comunicação transmitida em direto nos órgãos de comunicação social locais, Cármen Lobo afirmou que dos 914.428 eleitores inscritos para votar, 572.714 exerceram o seu direito cívico e destes 383.117 votaram a favor da nova Constituição.
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