Fontes do MAKAMAVULO apontam para diligências envolvendo o SIC e estruturas comunitárias. Alegações de abuso sexual poderão também ser objecto de acompanhamento institucional, enquanto são aguardados esclarecimentos oficiais das entidades mencionadas.
REDACÇÃO | 19 de Setembro de 2026
LUANDA — Na sequência da reportagem publicada pelo MAKAMAVULO, a 15 de Setembro, sobre denúncias de alegada extorsão financeira, emissão irregular de documentos e abuso sexual envolvendo o reverendo Nzuzi António, novas informações obtidas pela redacção apontam para a possibilidade de abertura de um inquérito destinado a apurar os factos denunciados.
Segundo fontes do MAKAMAVULO, o Instituto Nacional para os Assuntos Religiosos (INAR) terá decidido avançar com diligências para averiguar as alegadas irregularidades relacionadas com a legalização e o funcionamento de determinadas igrejas associadas ao caso.
As informações recebidas indicam que o processo poderá envolver a articulação com o Serviço de Investigação Criminal (SIC) e a recolha de informações junto de comissões de moradores das localidades onde funcionam as congregações mencionadas nas denúncias.
Até ao momento, a redacção não dispõe de confirmação documental da abertura formal do inquérito, nem de informações oficiais sobre a sua natureza, âmbito ou calendário.
Funcionamento das igrejas e impacto nas comunidades
Uma das vertentes que poderá ser analisada diz respeito à situação administrativa das congregações, nomeadamente ao cumprimento dos requisitos legais para o exercício da actividade religiosa em Angola.
Continue a ler
Esta notícia continua disponível para leitores registados do MAKAMAVULO. Entre na sua conta ou faça o cadastro gratuitamente para continuar a leitura.
Depois de entrar, regressará automaticamente a esta notícia.
